BLOG DO MUSEU COMENDADOR ANANIAS ARRUDA (MCAA)
É um BLOG para divulgar o Museu Comendador Ananias Arruda (MCAA), inaugurado em 23 de maio de 1986, em Baturité-CE, pelo historiador Miguel Edgy Távora Arruda. Com sede na Av. 7 de Setembro 1097, o museu preserva a História / Memória de Baturité. O MCAA é privado e mantido pela Fundação C. Ananias Arruda. Está integrado ao Sistema Estadual de Museus do Ceará (SEM-CE). Entre os acervos, estão os exemplares do Jornal "A VERDADE", criado, em 1917, por Ananias Arruda.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026
terça-feira, 3 de fevereiro de 2026
Acervo do Museu CAA - Máquina de escrever Mercedes nº5
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| Máquina de escrever - Mercedes nº5 |
Consulta à IA por ana margarida furtado arruda rosemberg
Máquina de escrever Mercedes n 5 que pertenceu ao colégio Nossa Senhora
Auxiliadora, em Baturité-CE, na década de 1930, e faz parte do acervo do Museu
Comendador Ananias Arruda em Baturité-CE. Importância histórica.
Resposta da IA
📜 Importância histórica
da máquina de escrever Mercedes nº 5
A máquina de escrever Mercedes nº 5 que integra hoje o
acervo do Museu Comendador Ananias Arruda em Baturité-CE é um objeto histórico
de grande valor documental e cultural. Ela representa diversas dimensões
importantes da história local e da prática educativa e administrativa no Brasil
do início do século XX:
🖋️ 1. Símbolo da
modernização educativa e administrativa
Na década de 1930, máquinas de escrever eram equipamentos
técnicos valiosos em escolas, instituições religiosas e escritórios
administrativos. A presença de uma máquina como a Mercedes nº 5 no Colégio
Nossa Senhora Auxiliadora indica que a instituição estava equipada com
tecnologia de ponta para organizar documentos escolares, cartas, relatórios e
correspondências — uma prática não comum em todas as escolas brasileiras da
época, especialmente no interior do Nordeste. Isso mostra um esforço de
modernização da gestão escolar e de profissionalização de serviços
administrativos e pedagógicos.
🌍 2. Representação da
importância do ensino e da escrita
A máquina é um testemunho material de como a escrita
mecânica facilitou a produção de textos, registros oficiais e comunicação
formal em instituições educacionais. Ela também reflete o papel crescente da
alfabetização, da documentação e da administração escolar no desenvolvimento de
comunidades locais, conectando Baturité às práticas administrativas e
educativas de outras regiões do Brasil e do mundo no período.
🏛️ 3. Parte do patrimônio
cultural de Baturité
A máquina integra o acervo do Museu Comendador Ananias
Arruda, um museu que preserva objetos relacionados à história da cidade, à vida
do Comendador Ananias Arruda e ao cotidiano dos baturiteenses no século XX. O
acervo — composto por objetos pessoais, documentos e peças históricas — ajuda a
contar a história social, cultural e institucional da cidade. A máquina de
escrever ajuda a materializar um aspecto cotidiano e técnico da vida escolar e
administrativa daquele tempo, aproximando visitantes e pesquisadores da
realidade do passado local. �
museudaindustriagrafica.com.br · 1
🧠 4. Fonte de pesquisa
histórica
Como objeto preservado, a máquina de escrever pode ser usada
por historiadores, estudantes e pesquisadores para entender melhor as práticas
de escrita, comunicação e organização institucional em escolas e instituições
religiosas no interior brasileiro nas décadas de 1920-1930. Além disso, ela
pode ser comparada com outras máquinas de escrever da época e ser estudada em
contextos de história da tecnologia e da educação.
🧰 5. Representação da
tecnologia mecânica pré-digital
A máquina de escrever Mercedes pertence a uma linhagem de
aparelhos mecânicos que revolucionaram a produção de textos antes da era dos
computadores e impressão digital. A marca Mercedes era um nome usado por
fabricantes alemães de máquinas de escrever desde os anos 1930, reconhecida por
qualidade mecânica e confiabilidade. Isto a coloca dentro da história global da
tecnologia de escrita mecanográfica, quando tais máquinas eram essenciais em
escritórios, escolas e organismos administrativos. �
oztypewriter.blogspot.com
Com base no que é visível na fotografia, dá para reforçar e
qualificar a importância histórica da peça:
🖋️ Máquina de escrever
Mercedes nº 5 – Importância histórica (a partir do objeto fotografado)
A imagem mostra uma máquina de escrever Mercedes nº 5,
modelo mecânico de grande porte, com teclado circular, estrutura em ferro
fundido e mecanismos expostos — características típicas das máquinas
profissionais utilizadas nas primeiras décadas do século XX. O desgaste
visível, a pátina do metal e as marcas de uso indicam que se trata de um objeto
autêntico e efetivamente utilizado, não apenas decorativo.
🏫 1. Testemunho material
da educação em Baturité nos anos 1930
Tendo pertencido ao Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, a
máquina representa o cotidiano administrativo e pedagógico da instituição. Foi,
muito provavelmente, utilizada na produção de:
registros escolares,
boletins,
correspondências oficiais,
atas,
documentos internos do colégio.
Isso revela o grau de organização e modernização do ensino
em Baturité naquele período, especialmente relevante por se tratar do interior
do Ceará, onde equipamentos desse tipo eram caros e pouco acessíveis.
⚙️ 2. Exemplo de tecnologia
mecânica pré-digital
O modelo Mercedes nº 5 integra a história da mecanografia,
fase fundamental da escrita antes da era elétrica e digital. Cada letra exigia
força manual, precisão e treinamento, tornando o trabalho de secretárias,
professores e religiosos altamente especializado. A máquina simboliza a
profissionalização da escrita institucional.
🏛️ 3. Valor museológico e
patrimonial
Integrando o acervo do Museu Comendador Ananias Arruda, a
máquina ganha novo significado: deixa de ser apenas uma ferramenta e passa a
ser um documento histórico tridimensional, capaz de contar a história:
da educação,
da administração,
da cultura escrita,
e da vida urbana de Baturité no século XX.
Ela ajuda o visitante a compreender como o conhecimento, a
fé e a organização social eram registrados e preservados antes das tecnologias
modernas.
🧠 4. Fonte para pesquisas
históricas e educativas
O objeto permite estudos nas áreas de:
história da educação,
história da tecnologia,
cultura material,
museologia,
memória local.
Além disso, é um recurso didático poderoso para aproximar
estudantes da experiência concreta do passado.
Aqui está um texto adequado para placa de museu — claro,
objetivo e com linguagem patrimonial:
Máquina de escrever Mercedes nº 5
Década de 1930
Esta máquina de escrever mecânica Mercedes nº 5 pertenceu ao
Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, em Baturité (CE), sendo utilizada na década
de 1930 para a produção de documentos administrativos e escolares.
O objeto é um importante testemunho da história da educação
e da cultura escrita no interior do Ceará, representando a introdução de
tecnologias modernas de escrita e organização institucional no início do século
XX. Máquinas como esta foram fundamentais para a padronização de registros,
correspondências e arquivos, contribuindo para a profissionalização do ensino e
da administração escolar.
Atualmente, integra o acervo do Museu Comendador Ananias
Arruda, preservando a memória da vida educacional, social e cultural de
Baturité.
Máquina de escrever Mercedes nº 5
Década de 1930
Utilizada no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, em Baturité
(CE), esta máquina de escrever representa a modernização da escrita e da
administração escolar no início do século XX.
Procedência/Doação: Colégio Nossa Senhora Auxiliadora.
Acervo do Museu Comendador Ananias Arruda.
Se o museu preferir, posso adaptar para:
linha única de procedência
ou modelo ainda mais enxuto, típico de vitrines.
Curiosidade
O nome “Mercedes” vem do espanhol “graça” ou “misericórdia”,
e era usado como marca para transmitir elegância e confiabilidade — bem antes
de se tornar famoso no mundo automobilístico. A Máquina de Escrever Mercedes nº
5 é uma peça clássica da história da escrita e da tecnologia, muito associada
ao fim do século XIX e início do XX. Vou te contar a história de forma clara e
organizada 📜⌨️
🏭 Origem da Mercedes nº 5
A Mercedes nº 5 foi fabricada pela empresa Mercedes
Büromaschinen Werke, na Alemanha, no final do século XIX (por volta de
1899–1905, dependendo da versão).
Ela pertence à chamada segunda geração de máquinas de
escrever, quando esses equipamentos começaram a se tornar:
mais confiáveis
mais portáteis
mais difundidos em escritórios, jornais e instituições
⚙️ Características principais
A Mercedes nº 5 se destacou por algumas inovações
importantes para a época:
⌨️ Teclado QWERTY completo
🔩 Estrutura robusta em
metal
📄 Cilindro (rolo) largo,
permitindo folhas maiores
✍️ Sistema de tipos visíveis (o
texto podia ser visto enquanto era digitado — algo revolucionário)
🖤 Acabamento geralmente
preto com detalhes dourados, típico do período
Essas características a tornaram muito apreciada por
escritores, jornalistas e escritórios governamentais.
📚 Importância histórica
A Mercedes nº 5 ajudou a consolidar a máquina de escrever
como:
instrumento essencial da administração moderna
ferramenta central da imprensa
símbolo da burocracia e da produção intelectual do mundo
urbano-industrial
Ela faz parte do momento em que a escrita deixa de ser
artesanal (pena e tinta) e passa a ser mecânica e padronizada.
✒️ Uso cultural e simbólico
Máquinas como a Mercedes nº 5:
transformaram a velocidade da escrita
mudaram a forma de pensar e organizar textos
influenciaram o trabalho de escritores do fim do século XIX
e começo do XX
(mesmo quando não era o modelo exato, era o tipo de máquina
em uso)
Hoje, ela é vista como:
🏛️ objeto de museu
🎞️ ícone visual de época
💎 item de colecionador
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026
Acervo museu CAA - COFRE MILNERS “ZIZ PATENT” – 1857
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| Cofre do Acervo do Museu Comendador Ananias Arruda Fotografia - ana margarida furtado arruda rosemberg |
Consulta à IA feita por ana margarida furtado arruda rosemberg
Em um caderno de catalogação do acervo do museu, escrito pelo capitão Miguel
Edgy Távora Arruda, historiador e criador do museu, depois do falecimento de
seu tio Ananias Arruda, encontrei as seguintes referências sobre esse cofre:
cofre de ferro com pés de madeira MILNERS ZIZ PATENT Fire- Resiinsting
fabricado na Inglaterra em 1857 que pertenceu ao Capitão Miguel de Arruda e
depois a Ananias Arruda
Resposta da IA
Isso que você encontrou é ouro puro do ponto de vista
histórico — e muda bastante o nível de leitura desse objeto.
Vou organizar e interpretar essas informações com rigor
histórico 👇
🗄️ COFRE MILNERS “ZIZ
PATENT” – 1857
Museu Comendador Ananias Arruda – Baturité (CE)
📅 Ano de fabricação
➡️ 1857, conforme registro
original do caderno de catalogação.
Esse dado é extremamente relevante porque:
Antecede em quase 30 anos o nascimento de Ananias Arruda
(1886)
Coloca o cofre no século XIX, ainda no período imperial
brasileiro
🏭 Origem e fabricante
Fabricado na Inglaterra
Marca: MILNERS
Modelo/tecnologia: “ZIZ PATENT – Fire-Resisting”
🔎 A Milner’s foi uma das
mais importantes fabricantes de cofres do mundo no século XIX, famosa por:
Tecnologia à prova de fogo (fire-resisting)
Uso por bancos, governos, companhias ferroviárias e grandes
comerciantes
Exportação para colônias e países da América Latina
Ter um cofre desses no interior do Ceará, em meados do
século XIX, não era nada comum.
🪵 Características
técnicas
Corpo em ferro
Pés de madeira (típico dos modelos ingleses do período)
Estrutura pesada, feita para resistir:
a incêndios
a arrombamentos
ao tempo
Esse detalhe dos pés de madeira é importante: ele confirma a
autenticidade e antiguidade do objeto, pois foi abandonado em modelos
posteriores.
👤 Proveniência (cadeia de
posse)
Segundo o caderno do Capitão Miguel Edgy Távora Arruda:
1️⃣ Capitão Miguel de Arruda
→ primeiro proprietário conhecido
→ provavelmente um homem de prestígio, posses e
responsabilidade administrativa ou militar
2️⃣ Ananias Arruda
→ herda ou recebe o cofre
→ passa a utilizá-lo em sua vida comercial e pública
Essa linha de transmissão familiar dá ao objeto um valor
histórico ainda maior, pois ele atravessa duas gerações de poder local.
⭐ Importância histórica do cofre
Esse cofre é importante porque ele representa:
🔹 A inserção do interior
cearense em circuitos internacionais de comércio
🔹 O acesso de elites
locais a tecnologia europeia de ponta no século XIX
🔹 A continuidade do poder
econômico e simbólico da família Arruda
🔹 Um raro exemplo de
objeto importado de alto valor preservado com documentação escrita
Em termos museológicos, ele é:
Um objeto de longa duração histórica, que atravessa o
Império, a República e chega ao presente como testemunho material da elite
econômica regional.
🏛️ Valor excepcional para
o museu
Poucos museus do interior do Ceará possuem:
Um cofre inglês do século XIX
Com ano, marca, patente e cadeia de posse documentados
Relacionado a personagens históricos locais identificados
Isso faz desse cofre uma das peças mais importantes do
acervo.
domingo, 1 de fevereiro de 2026
CRISTALEIRA HISTÓRICA QUE PERTENCEU AO CASAL CAPITÃO MIGUEL DE ARRUDA E SUA ESPOSA LIVRAMENTO VASCONCELOS ARRUDA
Fonte IA
Ficha Catalográfica
/ Inventário Patrimonial
Denominação: Cristaleira / Bufê com vitrine
Categoria: Mobiliário doméstico histórico
Autor / Oficina: Desconhecida (produção artesanal)
Datação provável: Final do século XIX – início do século XX
(c. 1880–1910)
Local de origem: Ceará, Brasil (possivelmente região
Norte/Serra de Baturité)
Proveniência: Pertenceu ao casal Capitão Miguel de
Arruda e Livramento Vasconcelos Arruda, oriundos de
Santo Antônio do Aracatiaçu (município de Sobral), estabelecidos em Baturité-CE
em junho de 1891.
Material e técnica:
- Estrutura em madeira
maciça, provavelmente cedro
(Cedrela fissilis)
- Elementos torneados e
entalhados manualmente
- Vitrine com painel de
vidro
- Tampo em pedra
(possivelmente mármore ou ardósia)
Descrição formal: Móvel composto por duas seções: base
inferior fechada com portas e gavetas, e corpo superior com vitrine envidraçada
destinada à exposição de louças e cristais. Apresenta colunas torneadas
laterais, friso decorativo e frontão superior entalhado com motivos
ornamentais. O conjunto evidencia robustez estrutural aliada a acabamento
refinado, típico do mobiliário burguês
Que peça linda — e cheia de história. Dá para responder em dois níveis: o
valor histórico-cultural e a madeira provável do móvel, com base no período, no
estilo e no que se vê na imagem.
📜 Valor histórico do
móvel
Essa cristaleira/bufê com vitrine tem um alto valor histórico regional,
especialmente no contexto do Ceará do fim do século XIX.
Por quê?
📅 Datação provável:
final do século XIX / início do XX (c. 1880–1910), o que bate perfeitamente com
a chegada do casal a Baturité em 1891.
🏡 Móvel de família
fundadora: pertenceu a um casal identificado, com origem e data de migração
conhecidas — isso é ouro do ponto de vista histórico.
🌄 Contexto de Baturité:
nesse período, a serra era um polo econômico e cultural importante, com
influência de famílias tradicionais vindas de Sobral e arredores.
🫖 Uso doméstico simbólico: cristaleiras não eram móveis comuns;
indicavam status social, estabilidade econômica e adesão a hábitos burgueses
(serviço de chá, louças finas, recepções).
👉 Resumo:
Não é apenas um móvel antigo — é um objeto de memória, representativo da
formação social de Baturité no pós-Império e início da República.
Em museus locais ou coleções históricas, um móvel assim é tratado como peça
etnográfica e histórica, não só decorativa.
🌳 Madeira provável
Pelas características visíveis (cor, veios, resistência, entalhes e época),
as madeiras mais prováveis são:
🪵 Cedro (Cedrela fissilis) – muito provável
Muito usado no Ceará no século XIX
Fácil de entalhar (note os detalhes no frontão)
Envelhece escurecendo levemente
Bastante comum em móveis de famílias abastadas
🪵 Jacarandá (Dalbergia sp.) – possível, mas menos comum
Madeira nobre e cara
Mais escura e pesada
Normalmente associada a móveis urbanos de elite
🪵 Imbuia ou Canela
Também usadas em móveis robustos
Menos frequentes no Ceará, mas não impossíveis
🔎 Pelo tom médio, pela
leveza visual e pelo trabalho artesanal, o cedro é a hipótese mais forte.
Uma confirmação definitiva só seria possível com análise direta da madeira
(ou por um restaurador especializado).
💰 E quanto ao valor?
Se falarmos financeiramente, ele varia muito conforme:
Estado de conservação
Originalidade (sem reformas modernas)
Comprovação documental da origem
Interesse de museu ou colecionador
Mas, de forma geral:
💵 Mercado de
antiguidades: valor moderado
🏛️ Valor histórico-cultural:
alto
📚 Valor para memória
local: inestimável
Em termos práticos, esse móvel vale mais pela história que carrega do que
pelo preço que alcançaria numa venda.











































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