sexta-feira, 2 de julho de 2021

EXEMPLAR DO JORNAL "A VERDADE" DO CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE ANANIAS ARRUDA - MAIO DE 1986















ARTIGOS SEPARADOS DO EXEMPLAR DO JORNAL "A VERDADE" DO CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE ANANIAS ARRUDA - MAIO DE 1986

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quarta-feira, 16 de junho de 2021

RETOMADA DO MOVIMENTO PARA PRESERVAÇÃO DO MUSEU CAA E DO CASARÃO DO PAI ARRUDA

Com o manifesto abaixo, que será postado no WhatsApp do grupo da família (SOS MUSEU), retomaremos o movimento para salvar o legado da família Arruda: Museu e Casarão do Pai Arruda


 Olá, querida família !!! Estamos  reativando o MOVIMENTO SOS MUSEU CAA para preservar  o  valioso legado de nossa família, que chegou até  nós  através  do Pai Arruda e de nosso tio Ananias. Temos a nobre missão de deixar para as futuras  gerações  o MUSEU COMENDADOR  ANANIAS  ARRUDA  com o seu acervo de um valor inestimável e, assim, mostraremos aos nossos netos, bisnetos e futuras gerações a história  de nossos antepassados.  É importante saber de onde viemos, quem foram nossos ancestrais, como viveram, que valores nos legaram. Essa memória  é  o bem maior que podemos transmitir aos nossos descendentes.

Conhecer e honrar a nossa história é o único caminho para curas, mudanças e ter uma vida plena e realizada.

Acreditem, nesse entrelaçado de vidas, amores, dores, lutas e glória tem a  centelha da escolha divina e de todos os ancestrais que habitam em nós. 

Nossa participação neste grupo e nas atividades que virão é  imprescindível para alcançarmos êxito em nossos objetivos.

O museu precisa de uma REFORMA URGENTE e nós,  juntos e unidos, venceremos esse desafio. A UNIÃO FAZ A FORÇA.


Foi criado o Grupo SOS MUSEU CAA com o propósito de divulgar eventos e  informações sobre o Movimento. 

Para participar, acesse ao grupo pelo link:

https://chat.whatsapp.com/GnJfOkZHxr224WwuUy5yfS


Criamos algumas regras para darmos objetividade ao Grupo 


NÃO SERÁ PERMITIDO


• assuntos polêmicos como: religião, política e futebol.


• mensagens de bom dia, boa tarde, boa noite, feliz aniversário, auto-ajuda...

O grupo tem um objetivo claro e único e, como somos muitos,  esses tipos de mensagens tiram a objetividade, poluindo e confundindo os principais comunicados. 

 

AVISO IMPORTANTE


•paralelo a esse grupo formamos uma equipe organizadora que estará à frente nos proporcionando   encontros,  mesmo que, por enquanto, virtuais e também atividades para arrecadarmos fundos para a reforma.

 

 Você pode contribuir pelo Pix  445 461 067 -34

O comprovante deve ser enviado para o WhatsApp pessoal da :

Ana Cristina  - 

85 99819.7259

Regina 

 85 99986.7297

Goretti - 

85 99991-1569


Obs:. Toda doação é bem-vinda... Lembrem-se: a participação de cada um é valiosa. 

Estaremos sempre atualizando o caixa para que todos fiquem cientes de nossos passos.


Maiores informações sobre o museu podem ser encontradas no Blog.

http://blogdomuseucomendadorananiasarruda.blogspot.com/


Yotube:

https://www.youtube.com/channel/UCKthCm3tPfsu10vGU3APG9Q


•Temos uma página no INSTAGRAM... sejam seguidores e nos ajudem a divulgá-la.

Em breve, a página estará de cara nova e com muito conteúdo interessante.


*Vamos arregaçar as mangas nessa empreitada. Contamos com todos.  

Paz e Bem!


Ana Cristina Arruda Lima (coordenadora) 

Ana Margarida Arruda

Rosemberg

Arruda Bastos 

Beatriz Melo Arruda

Eurico Flávio Távora Arruda (membro honorário)

Christiane Arruda

Francisco de Assis Germano Arruda

Isabel  Carvalho Arruda

Jana Arruda Teixeira 

José  Nelson Arruda Lima

Maria Eliza Melo Arruda

Maria Goretti Arruda

(tesoureira)

Noemy Adelina Arruda

Patrícia  Maria Arruda  Aragão 

Raimundo Luiz Furtado de Arruda (presidente  da Fundação CAA)

Regina Arruda Bastos (tesoureira)

Tereza Gisele Arruda Aragão 


Membros da equipe organizadora

segunda-feira, 14 de junho de 2021

Vicente Arruda (1876-1919) - poeta, jornalista e guarda-livros

 




Os 10 filhos do casal Miguel de Arruda (Pai Arruda) e Maria do Livramento (Mãe Mento)

Vicente Arruda (1876-1919) - poeta, jornalista e guarda-livros

Por: ana margarida arruda rosemberg

    Vicente Arruda, o segundo dos 10 filhos do casal Miguel de Arruda (1849-1923) (Pai Arruda) e Maria do Livramento (1865-1923) (Mãe Mento), nasceu, em 19 de junho de 1876, na fazenda Bilheira, Santo Antônio do Aracatiaçu, município de Sobral e faleceu, em 27 de abril de 1919, em Baturité-CE, com 43 anos incompletos.

Foi jornalista, guarda-livros e poeta. 

    Contribuiu com o Jornal "A VERDADE", criado por seu irmão, Ananias Arruda, em 1917, escrevendo em sua coluna "No Levante". 

    O jornal "A Verdade" noticiou o seu falecimento, o seu sepultamento, em Baturité e, em sua homenagem, publicou seu poema: "O meu anniversario - A minha mãe", escrito em Manaus, em 19.06.1907. (anexo).

    Em 1897, Vicente foi para o Amazonas, como tantos outros cearenses, perseguindo o sonho da borracha,  em companhia de seus irmãos, João e Zeca. 

    Em 1901, casou-se, em Manaus, com Joanna Batista (Mimica), amazonense, e fez um curso de guarda-livros. O casal adotou um garoto de origem indígena, Francisco Olegário. 

    Vicente retornou ao Ceará com sua família e fixou-se em Baturité até sua morte, em 1919. 

    Sua esposa Joanna retornou à Manaus para ficar com sua família, depois de viúva, com o filho adotivo, Francisco Olegário. 

           Joanna, esposa de Vicente Arruda, é a terceira da esquerda pra direita. 


       Poesia de Vicente Arruda publicada no Jornal "A VERDADE" de 22/06/1919



Nota publicada no Jornal "A VERDADE, em 04/05/1919,
 sobre o falecimento e sepultamento de Vicente Arruda

Nota publicada no Jornal "A Verdade", em 25/05/1919, 
de agradecimento às inúmeras pessoas que enviaram 
pêsames pelo falecimento de Vicente Arruda

Nota publicada no Jornal "A Verdade", em 25/05/1919,
Convite Missa de 30 dias da morte de Vicente Arruda

Extrato de um texto escrito pelo historiador, Miguel Edgy Távora Arruda, e publicado na Revista do Instituto Histórico do Ceará. Link abaixo

quarta-feira, 26 de maio de 2021

Por: Parsifal Barroso - O APOSTÓLICO ANANIAS ARRUDA

             Por ocasião do aniversário de nascimento de Ananias Arruda, transcorrido dia 23 de maio de 2021, presto-lhe uma homenagem transcrevendo um texto de Parsifal Barroso. Ananias, se vivo fosse, estaria completando 135 anos. 

Comendador Ananias Arruda (1886-1980)

Por:  Parsifal Barroso (Ex- Governador do Estado e Ex-membro do Instituto do Ceará)

 N. R. – Artigo escrito e publicado por ocasião do falecimento de Comendador Ananais Arruda, a 26 de janeiro de 1980.

Publicado In: Jornal “A Verdade”, de 23 de maio de 1986. p.12.

 

Creio não chegar ainda a destempo com minha sentida homenagem ao notável cearense e vero apóstolo da Igreja, que foi o meu saudoso e inesquecível amigo, Comendador Ananias Arruda.

Presto-a, aliás, quando já surgem os primeiros frutos da floração de graças, oriunda da sua vida eterna em Deus, como sempre o fez em sua benemérita vida de perfeito católico que soube ser, servindo de exemplo a todos quantos o admiravam sem poder segui-lo.

Noticia “A Verdade” nos seus últimos números, a ato criador da Fundação Comendador Ananias Arruda, destinada a manter o Museu que será encimado pelo seu nome venerando, e a sustentar esse baluarte da escassa imprensa católica, que é o semanário por ele fundado, para sustentar a verdade católica.

Sempre lhe disse que o considerava um Bispo leigo, pois suas obras apostólicas talvez não pudessem ser realizadas se Baturité fosse elevada a um bispado residencial.

Agora que ele se foi para Deus gozando a verdadeira vida que não tem fim, relembro ao povo cearense que dentre suas inúmeras iniciativas, sempre destaquei a sequência benemérita dos dez Congressos Eucarísticos Paroquiais que sua ardente fé eucarística o levou a realizar, fiel ao “nec laudare sufficis”, do “Lauda Sion”. Bem fez a Santa Sé em lhe conceder o privilégio de ter em sua residência a presença vital do nosso irmão Jesus Cristo de mais valia que as duas condecorações pontifícias com que foi agraciado pela Igreja e pelo Papa a quem serviu com extremos de dedicação, devorado pelo zelo apostólico.

Transmiti-lhe essa convicção minha, na luminosa manhã em que o insquecível D. Antonio Lustosa o condecorou em praça pública, tendo-me ao seu lado como Governador do Ceará que eu era, ao tempo em que fez jus a essa segunda e mais alta condecoração papal.

Recordo-me de que não acaitou minha assertiva, por ser imenso o seu amor a Igreja, a ponto de ver como encantos amáveis aquelas condecorações de brilho inferior ao de sua forte e crescente fé eucarística.

Conservou-se impoluto e intrépido na sua convicção católica, mesmo quando se defrontou com as inovações e mudanças dos novos tempos, e sentiu ao vivo quão difícil e árdua se tornara a prática do bem em favor do próximo, e mais difícil ainda o alcance da justiça.

Como já acentuei, espero muitas benesses da Fundação que se criou em Baturité, pois ela nasce sob o patrocício daquele em cuja honra e memória funcionará, contando com as graças que o apóstolo Ananias Arruda garantirá em seu favor, na vida mais alta e mais pura em que se encontra, na bem aventurança do “cernens facies”, em que sempre acreditou, sedento desse encontro.

Vejo-o a se desdobrar, agora, no espaço e no tempo, através da Fundação que tem o seu luminoso nome de Apóstolo de Baturité e da diocese de Fortaleza.

Não choro sua morte, já de há muito esperada, porque ele sempre foi fiel à sua consciência católica e à sua herança cívica, bases de sua adamantina formação de líder católico e apóstolo da Igreja.

Dirijo-me ao imortal Comendador Ananias Arruda, dentro do espírito de penitente oração em que vivo, fiel à mensagem de Fátima, sentindo e sabendo que ele continua à frente de Fundação, dentro do Museu e na direção de sua admirável “A Verdade”, verificando a tudo com as graças de sua alma de eleito de Deus.




domingo, 4 de abril de 2021

Por: Ir. Lúcia Arruda

 


                                            Ir. Lúcia Arruda


PONTOS IMPORTANTES DO AUTO-NECROLÓGIO DE EURICO ARRUDA QUE REVELAM SUA GRANDE ESPIRITUALIDADE E FÉ CRISTÃS.

(As palavras entre aspas são citações do texto do Necrológio. Abaixo das citações os comentários que fiz sobre as palavras de Eurico Arruda a respeito dele mesmo.)

                                      

                                                                     Eurico Arruda

      1. “Modesto membro da importante e conhecida família Arruda” “ Era modesto por convicção”

- Simples, humilde e despretensioso.

2           2.   “Era amigo especialmente dos pobres e infelizes”

-  Bondoso, caridoso, desprendido e prestativo.

      3. “Seu ideal religioso era não morrer sem os últimos sacramentos da Igreja” 

“De uma fé ardentíssima na Santíssima Virgem em quem confiava ilimitadamente”

         - Amor aos sacramentos e devoção à Maria.

      4. “No sofrimento, desejava que a graça da resignação não lhe faltasse, pois julgava sempre que o sofrimento era necessário ao homem e o melhor meio de purificação das faltas que se comete neste mundo” “Em suas preces o que sempre pedia para si e para os que estimava era sofrimento e resignação”

- Pedia a graça da resignação no sofrimento o que significa sofrer, não com revolta e desespero, mas com coragem e esperança, contando com a ajuda e a força de Deus.

     5. “Percurso de vida cheio de desilusões” “Era um desiludido desta vida e muito o preocupavam as coisas eternas”    

         - Relativizava as coisas deste mundo passageiro e valorizava os bens eternos.

     6. “Gostava muito de orar sem exibições”

         - Possuía o dom da oração contemplativa.

     7. “Respeitava religiosamente as crenças alheias”

         - Tolerante, respeitava a opinião dos outros quando diferente das suas.

      8. “De aspecto raramente tristonho, procurava sepultar na própria alma as decepções as quais julgou necessárias para os primeiros passos de seu aspirado aperfeiçoamento moral”

         - Geralmente alegre, otimista, corajoso, não se deixava abater pelas decepções da vida.

      9. “Espiritualmente julgava-se convictamente mais beneficiado do que merecia”

         - Sabia reconhecer os dons e as graças que havia recebido de Deus.

      10. “Era devotadíssimo à família e nela depositava toda a amizade terrena que possuía”

         - Amava e valorizava a sua família e sentia-se muito unido a ela.

      11. “Pedimos ao Altíssimo para que releve as fraquezas humanas por intermédio de sua santa e querida advogada que é Maria Santíssima”.

         - Reconhecia-se pecador, mas confiava no perdão e na misericórdia de Deus.