segunda-feira, 14 de junho de 2021

Vicente Arruda (1876-1919) - poeta, jornalista e guarda-livros

 




Os 10 filhos do casal Miguel de Arruda (Pai Arruda) e Maria do Livramento (Mãe Mento)

Vicente Arruda (1876-1919) - poeta, jornalista e guarda-livros

Por: ana margarida arruda rosemberg

    Vicente Arruda, o segundo dos 10 filhos do casal Miguel de Arruda (1849-1923) (Pai Arruda) e Maria do Livramento (1865-1923) (Mãe Mento), nasceu, em 19 de junho de 1876, na fazenda Bilheira, Santo Antônio do Aracatiaçu, município de Sobral e faleceu, em 27 de abril de 1919, em Baturité-CE, com 43 anos incompletos.

Foi jornalista, guarda-livros e poeta. 

    Contribuiu com o Jornal "A VERDADE", criado por seu irmão, Ananias Arruda, em 1917, escrevendo em sua coluna "No Levante". 

    O jornal "A Verdade" noticiou o seu falecimento, o seu sepultamento, em Baturité e, em sua homenagem, publicou seu poema: "O meu anniversario - A minha mãe", escrito em Manaus, em 19.06.1907. (anexo).

    Em 1897, Vicente foi para o Amazonas, como tantos outros cearenses, perseguindo o sonho da borracha,  em companhia de seus irmãos, João e Zeca. 

    Em 1901, casou-se, em Manaus, com Joanna Batista (Mimica), amazonense, e fez um curso de guarda-livros. O casal adotou um garoto de origem indígena, Francisco Olegário. 

    Vicente retornou ao Ceará com sua família e fixou-se em Baturité até sua morte, em 1919. 

    Sua esposa Joanna retornou à Manaus para ficar com sua família, depois de viúva, com o filho adotivo, Francisco Olegário. 

           Joanna, esposa de Vicente Arruda, é a terceira da esquerda pra direita. 


       Poesia de Vicente Arruda publicada no Jornal "A VERDADE" de 22/06/1919



Nota publicada no Jornal "A VERDADE, em 04/05/1919,
 sobre o falecimento e sepultamento de Vicente Arruda

Nota publicada no Jornal "A Verdade", em 25/05/1919, 
de agradecimento às inúmeras pessoas que enviaram 
pêsames pelo falecimento de Vicente Arruda

Nota publicada no Jornal "A Verdade", em 25/05/1919,
Convite Missa de 30 dias da morte de Vicente Arruda

Extrato de um texto escrito pelo historiador, Miguel Edgy Távora Arruda, e publicado na Revista do Instituto Histórico do Ceará. Link abaixo

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